Nutrição

Pular o café da manhã tem benefícios?



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Estou vendo algumas pessoas alegarem que o café da manhã é uma refeição ruim ou que pular essa refeição pode ser um diferencial para promover benefícios metabólicos e perda de gordura. Usam fisiologia de buteco para argumentar os benefícios de pular o café da manhã sem mostrar nenhuma evidência científica. Até porque os estudos, como esse bom estudo da referência, mostram que pular o café da manhã na verdade pode piorar a saúde do indivíduo (maior ganho de gordura, níveis de insulina e piora do perfil lipídico). Bom lembrar que esse é um estudo observacional e não significa que pular café da manhã é necessariamente ruim, porque isso depende muito mais dos hábitos alimentares e estilo de vida do indivíduo.
No entanto, alegar que só porque temos maiores níveis de cortisol pela manhã teremos maior dificuldade de metabolizar os nutrientes de forma favorável é uma grande estupidez, é simplificar a fisiologia de forma imbecil. Também temos menores níveis de insulina em jejum, maior testosterona e o jejum noturno por si já é um tempo suficiente longo para oxidar gordura e reduzir reservas de glicogênio hepático. O cortisol tem justamente o papel de manter a glicemia nas primeiras horas da manhã via gliconeogênese (síntese de glicose a partir de aminoácidos, glicerol e lactato). Comer de manhã não vai aumentar a resistência à insulina ou favorecer ganho de gordura por si. Café da manhã é uma refeição como qualquer outra e o diferencial mesmo é a forma que você se alimenta de acordo com sua rotina e metabolismo. Alegar que o café da manhã é uma refeição ruim é tão estúpido quanto dizer que pão engorda ou que café da manhã é a principal refeição do dia.
Referências:
Skipping breakfast: longitudinal associations with cardiometabolic risk factors in the Childhood Determinants of Adult Health Study.
Smith KJ1, Gall SL, McNaughton SA, Blizzard L, Dwyer T, Venn AJ.
http://www.duduhaluch.com.br/pular-o-cafe-da-manha-tem-beneficios/


Uma visão crítica sobre "carb backloading" 

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Lembro que no passado a moda era cortar carboidratos de noite para emagrecer. Uma ideia que logo foi ridicularizada pelos mais esclarecidos. Engraçado foi que tempos depois a ideia de cortar carboidratos de manhã também se tornou moda, graças a popularidade de um vídeo do fisiculturista Ben Pakuslski e a estratégia do carb backloading. Nesse caso, os argumentos utilizados eram mais elaborados, baseados na fisiologia simplista de que um período longo sem carboidratos potencializa hormônios lipolíticos (GH, cortisol, glucagon), que em conjunto com baixos níveis de insulina favorece a queima de gordura. Apesar de serem momentos diferentes do dia, as duas estratégias tendem a ser semelhantes, pois momentos com redução de calorias e carboidratos tendem a favorecer maior oxidação de gordura. Daí não se pode concluir que qualquer uma dessas estratégias é melhor que a outra, ou simplesmente melhor que simplesmente reduzir as calorias, distribuindo os carboidratos no decorrer do dia.
Importante lembrar que as proteínas também elevam a insulina significativamente (whey por sinal é muito insulinotrópica), então essa é mais uma razão porque o argumento de cortar carboidratos é simplista. Claro, que só reduzindo carboidratos você já tem uma redução significativa dos níveis de insulina, mas no final do dia o diferencial mesmo será seu saldo calórico.
Outra extrapolação da estratégia do carb backloading é acreditar o o aumento do GH no período de jejum irá proteger a massa muscular. Na verdade isso não passa de especulação nesse caso, até porque nós sabemos que o ganho de massa muscular é muito mais dependente dos níveis de testosterona em indivíduos saudáveis. Claro, que a teoria do carb backloading também é mais elaborada, pois periodiza o treinamento com a estratégia nutricional, prometendo perda de gordura e ganho de massa muscular. Nós sabemos que ganhar massa muscular e perder gordura é extremamente difícil sem uso de esteroides e quando você tem um bom volume muscular (anos de treino). Quanto mais treinado um indivíduo, menos treinável ele é.
Além disso, os estudos utilizados para embasar essa estratégia são muito fracos (amostra pequena, uso de bioimpedância para avaliar composição corporal, auto relato de ingestão alimentar etc).
Cortar carboidratos de manhã ou de noite vai funcionar, assim como distribuí-los durante o dia. Afirmar que uma dessas estratégias é superior, usando argumentos simplistas de fisiologia acaba sendo especulação, sem suporte científico suficiente. De qualquer forma, você não precisa se preocupar em ter seus carboidratos em todas as refeições também. Só não é muito inteligente deixar seus carboidratos longe do período de treinamento.
Eu prefiro estratégias que ciclem carboidratos no decorrer dos dias ou semanas, alterando entre dias low carb e alguns dias high carb quando o objetivo é perda de gordura. O que não é muito inteligente e eficiente é manter uma dieta muito hipocalórica por longo tempo, muito menos com grande volume de treinamento. No longo prazo as adaptações metabólicas prejudicam a perda de gordura e seu metabolismo se torna cada vez mais ineficiente para queima de gordura.Independente de tudo, cada vez mais percebo que qualquer estratégia que limite carboidratos por muito tempo (semanas ou meses) tende a perder eficiência (quando se trata de melhorar composição corporal) quando comparada a uma estratégia que cicle carboidratos.

Massa muscular e perda de gordura


Massa muscular e perda de gordura e as vias de sinalização mTOR e AMPK 

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Ganhar massa muscular e perder gordura ao mesmo tempo é algo difícil porque as principais vias que sinalizam a síntese proteica no músculo (Akt/mTOR) e a via que sinaliza a mobilização dos estoques energéticos (AMPK) são antagônicas, sendo que essa última é responsável pela inibição da mTOR. Por esse motivo também não se pode dissociar os efeitos do treinamento da dieta e do contexto hormonal, já que essas vias de sinalização podem ser influenciadas por esses três fatores.
O aumento das quantidades de carboidratos em conjunto com o treinamento resistido estimulam os principais hormônios anabólicos, insulina, testosterona, GH/IGF-1, que na célula muscular serão responsáveis pelo aumento da síntese de proteínas através da sinalização via Akt/mTOR. Já a AMPK tem sua expressão aumentada durantes o exercício aeróbico e quando o estoque energético é baixo (baixo estoque de glicogênio), como em uma dieta CUTT/Contest.
Ao escolher sua metodologia de treinamento e dieta você estará escolhendo naturalmente qual via de sinalização quer otimizar, se vai priorizar o ganho de massa muscular (Akt/mTOR) ou a perda de gordura (AMPK). As duas coisas ao mesmo tempo só acontecem com facilidade durante o uso de hormônios anabólicos, porque mesmo que a dieta e o treinamento em uma fase de cutting/contest aumentem a expressão da AMPK, os hormônios anabólicos aumentarão fortemente a expressão da via Akt/mTOR, bem como a inibição do fator de transcrição FOXO, responsável pela perda de massa muscular, aumentando a degradação de proteínas.
Por isso também o catabolismo muscular durante o uso de esteroides em uma dieta restrita é difícil de acontecer, e é também por esse motivo que o catabolismo pós-ciclo de esteroides (ou ao reduzir muito as doses) é potencializado, pois leva a uma grande diminuição da expressão da via Akt/mTOR, e consequente aumento da expressão de FOXO.

AES

ESTEROIDES e suas FAMÍLIAS 

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Esteroides anabolizantes, tecnicamente conhecidos como esteróides androgênicos anabólicos-(AAS), ou simplesmente como “esteroides”, são drogas que imitam os efeitos da testosterona e diidrotestosterona no corpo. Eles aumentam a síntese de proteínas dentro das células, o que resulta no acúmulo de tecido celular (anabolismo), especialmente nos músculos. Os esteroides anabolizantes também têm propriedades androgênicas e em alguns casos virilizantes em mulheres, incluindo o desenvolvimento e a manutenção das características masculinas, tais como o crescimento das cordas vocais, testículos e pêlos do corpo (características sexuais secundárias). (Wikipedia)
Os esteroides anabolizantes podem ser divididos em 3 famílias distintas:
1) TESTOSTERONA E SEU DERIVADOS:

Principais características dos esteroides dessa família são aromatização (testosterona, boldenona, dianabol) e conversão em metabólitos como DHT e análogos (testosterona, halotestin, boldenona, dianabol)
– Testosterona e seus ésteres: suspensão (testo sem éster ligado), testosteronas de meia-vida curta (propianato, fenil), testos de meia-vida longa (enantato, cipionato, decanoato), mix de ésteres (durateston, omnadren). Metiltestosterona (oral)
aromatizam (efeito forte) e se convertem em DHT (efeito forte)
– Dianabol (metandrostenolona)
aromatiza ( efeito forte) e se converte em  dihidrometandrostenolona (efeito fraco) através da enzima 5-alfa-redutase
– Equipoise (Boldenona)
aromatiza ( efeito fraco) e se converte em  DHB (efeito fraco) através da enzima 5-alfa-redutase
– Halotestin (Fluoximesterona)
não aromatiza, mas se converte em  DHT através da enzima 5-alfa-redutase
– Turinabol (4-Clorodehidrometiltestosterona)
não aromatiza, nem se converte em  DHT através da enzima 5-alfa-redutase
2) 19-NOR (significa que uma molécula de testosterona foi alterada na 19ª posição para nos dar um novo composto):

Principais características dos esteroides dessa família é que são progestinas, famosas por ter algum possível efeito sobre receptores da dopamina (podendo aumentar prolactina), e também por uma possível maior supressão do eixo HPT comparadas a outros esteroides, mas no geral as nandrolonas e trembolonas possuem efeitos estéticos muito diferentes (embora ambas sejam muito anabólicas), enquanto nandrolonas se convertem em estrogênio e podem sofrer ação da enzima 5-alfa-redutase, trembolona não sofre esses efeitos, mas pode potencializar efeitos estrogênicos e possui efeitos androgênicos dos mais agressivos entre os esteroides, dada sua alta androgenicidade e afinidade ao receptor androgênico.
– Nandrolona (fenilpropionato, decanoato, laurato)
– Trembolona (acetato, enantato, parabolan)
3) DERIVADOS DO DHT:

Principais características dos esteroides dessa família: não aromatizam, alguns mesmo parecem apresentar um tipo de atividade antiestrogênica (masteron, primobolan, proviron), também não sofrem ação da enzima 5-alfa-redutase. Em geral são drogas com ganhos de qualidade (exceto pelo hemogenin, que parece potencializar efeitos estrogênicos). Alguns deles também são conhecidos por reduzir drasticamente níveis de SHBG (stanozolol, hemogenin, proviron), aumentando a disponibilidade de ação dos andrógenos, uma vez que eles deixam de se ligar ao mesmo.
– Oxandrolona
– Stanozolol
– Hemogenin (Oximetolona)
– Masteron (Propionato de Drostanolona)
– Primobolan (Metenolona) – derivado da DHB
– Proviron (Masterolona)

fonte:http://www.duduhaluch.com.br/esteroides-e-suas-familias-dudu/

Dieta do Guerreiro

Dieta do Guerreiro – Como funciona, precauções e relatos




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A dieta do guerreiro tem sido usada para emagrecer e também para hipertrofia. Saiba agora como ela funciona, alimentos presentes no cardápio e os resultados


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O que é

A dieta do guerreiro, também conhecida como dieta do jejum intermitente, é um tipo de dieta que se baseia no livro The Warrior Diet do autor Ori Hofmekler. É uma dieta bastante controversa e que não é recomendada pelos profissionais da área da alimentação e nutrição.
A dieta do guerreiro é assim chamada por permitir que a pessoa fique por muito tempo em jejum e se alimente com bem poucas refeições ou apenas uma refeição só com a finalidade de perda de peso de forma rápida e até ganhar massa muscular.
Essa é uma dieta elaborada sem cunho científico, apenas através de observações feitas pelo próprio autor do livro e vai contra todos os achados, pesquisas científicas e conceitos da área da nutrição e da área médica.

Como funciona

A dieta do guerreiro se baseia em períodos de alimentação e períodos de jejum. Ela ensina que, durante o dia, deve-se comer somente o mínimo e, se possível, não comer nada e, durante a noite, o corpo deve se alimentar bem para compensar o jejum realizado durante o dia.
Existem várias vertentes dessa dieta, umas mais brandas e outras mais severas. As mais brandas permitem o consumo de refeições leves durante o dia ou apenas o consumo de uma refeição durante o dia seguida de uma boa alimentação durante a noite.
Já a vertente mais severa não recomenda o consumo de nenhuma refeição durante o dia, mas somente água, e apenas uma refeição durante a noite.
Esse método afirma que, com o jejum durante o dia e uma boa alimentação durante a noite, aliados à prática de atividade física, é possível reduzir o peso de forma rápida.
O jejum permitido pela dieta do guerreiro que pode variar de acordo com cada pessoa. Esse tempo pode ser de oito, dez, doze horas ou até mais. Há casos onde a pessoa fica até 20 horas em jejum. Apesar dessa recomendação, não é obrigado a pessoa passar tanto tempo em jejum a ponto de sentir fome.
Caso sinta vontade de comer pode ser alimentar de forma bem leve com os alimentos recomendados para serem ingeridos durante o dia.
Já à noite, a pessoa pode comer o quanto quiser sem se preocupar com o horário e sem restrição de quantidade. A refeição pode ser feita até mesmo pouco antes de dormir na quantidade que desejar.
Nessa dieta, o dia e o período de jejum são considerados contendo 20 horas e a noite é contada como tendo somente 4 horas, pois o dia e o início do jejum começam a ser contatos a partir do início do sono seguindo o amanhecer e o decorrer do dia.
Quando as 20 horas são completadas dá-se o início da fase de alimentação que ocorre durante a noite com a duração de 4 horas, fechando o ciclo das 24 horas por dia.
Em suma, a dieta do guerreiro não recomenda o consumo alimentar durante o dia ou somente quando o corpo sentir fome e uma boa alimentação durante a noite. Dessa forma, o corpo pode passar muitas horas sem sentir fome, ao contrário do que os profissionais da área da nutrição recomendam que é se alimentar de 3 em 3 horas, mesmo, às vezes, o corpo não sentindo fome a fim de evitar uma superalimentação.

Para que serve

A dieta do guerreiro promete ajudar a emagrecer rápida ou ajudar o corpo a não engordar. A teoria dessa dieta para a finalidade de perda de peso seria que, se o corpo não se alimenta muito com alimentos que ajudam no aumento de peso como os carboidratos, por exemplo, evita o ganho de peso e utiliza as reservas de gorduras como fonte de energia no lugar dos carboidratos.
Essa dieta também promete o ganho de massa muscular. Isso porque ela recomenda atividades físicas para fortalecimento do corpo e para a hipertrofia muscular. Alguns dos exercícios indicados são musculação, agachamentos, saltos, entre outros.

Como fazer a dieta do Guerreiro

A dieta do guerreiro é recomendada para ser seguida da seguinte forma:
1. Após a última refeição realizada à noite, dá-se o início do jejum. Por exemplo, se a última refeição realizada foi as 20:00, a partir daí começa o jejum até o ouro dia. A duração do período do jejum pode variar para cada pessoa.
2. Ao acordar, se você quiser comer, pode tomar café, chá, água ou comer frutas ou outros vegetais.
3. Durante o restante do dia, você pode comer a mesma alimentação recomendada no café da manhã e se não desejar comer nada pode somente tomar água.
4. Durante a noite, o consumo está liberado sem restrição de quantidade. O recomendado é se alimentar até o corpo se sentir saciado. Recomenda-se começar a refeição noturna com vegetais, seguida de proteínas e gorduras. Caso ainda sinta fome, você pode acrescentar carboidratos à alimentação.

Alimentos que fazem parte da dieta

Essa dieta segue princípios parecidos com a dieta paleolítica, pois se baseia na dieta dos ancestrais que viviam de forma rudimentar e que comiam os alimentos oferecidos pela natureza da forma mais natural possível. Os ancestrais iam em busca do seu alimento e preparavam-nos de forma simples e natural.
Portanto, assim como a dieta paleolítica, a dieta do guerreiro também prioriza uma alimentação mais natural. Os alimentos recomendados para essa dieta são:
  • Frutas, verduras e legumes;
  • Infusões como café e chá;
  • Proteínas: carne vermelha, frango, peixe, frutos do mar, ovos e toda carne de origem animal;
  • Leites animal e vegetal;
  • Gorduras: azeite, óleo de coco, manteiga, etc.;
  • Carboidratos integrais e complexos: cereais integrais, leguminosas, oleaginosas, sementes, tubérculos e raízes.
A recomendação é comer carnes, ovos e leites sem a adição de hormônios. O consumo de alimentos industrializados não é recomendado e nem o consumo de alimentos ricos em açúcar, pois são os que causam o aumento de peso.
Além desses alimentos citados, a dieta permite o consumo de água, porém, algumas vertentes mais severas não permitem o consumo de água em jejum, porém, uma boa hidratação deve ser sempre mantida.

Contraindicação

A dieta do guerreiro não deve ser feita por gestantes, idosos, crianças, diabéticos ou portadores de enfermidades mais graves por causa da restrição de carboidratos e energia causando prejuízos para a saúde dessas pessoas.

Precauções

É preciso muito cuidado ao realizar a dieta do guerreiro ou qualquer outro tipo de dieta muito restritiva. Sabemos que a principal fonte de energia para o nosso organismo são os carboidratos e essa dieta limita a ingestão desses nutrientes. Com a baixa oferta de carboidratos, o organismo pode sentir esse impacto e ter seu funcionamento prejudicado.
Caso você opte por realizar essa dieta, comece aos poucos e não faça longos períodos de jejum logo de cara para que o seu corpo não sinta os impactos e você não passe mal. É sempre bom ter uma opção de doce caso você sinta tonturas, pois isso pode ser um sinal de glicemia baixa.
Essa dieta permite a prática de atividade física mesmo nos momentos de jejum. Porém é preciso muito cuidado com esse tipo de conduta, pois praticar atividade física em jejum podem causar hipoglicemia e gerar danos mais sérios para a saúde como desmaios e até coma.
Quem for realizar o estiver fazendo a dieta do guerreiro deve ter muito cuidado em relação ao peso porque, ao término dessa dieta, o corpo pode voltar a engordar.
É praticamente impossível alguém conseguir vier a vida toda dessa forma fazendo mais jejum do que se alimentado e, por isso, se uma reeducação alimentar adequada não for realizada, o corpo pode ganhar todos os quilos perdidos e até ficar acabar ficando com um peso maior do que tinha antes de iniciar a dieta.
O ideal é que, quem deseja iniciar a dieta do guerreiro ou qualquer outra dieta, procure sempre a ajuda de um nutricionista. Esse profissional é o mais recomendado para dar todas as orientações para a perda de peso de acordo com as necessidades nutricionais de cada pessoa.

Relatos sobre os resultados

Você já fez ou ainda está fazendo a dieta do guerreiro? Então ajude os próximos leitores deixando seu relato sobre os resultados logo abaixo em nossa área de comentários. Diga também como era seu antes e depois da dieta do guerreiro!


Paulo Muzy

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Iniciou sua carreira como pesquisador no segundo ano da faculdade de medicina quando realizou um estudo sobre obesidade infantil no ambulatório de Nutrição e Metabolismo do Departamento de Pediatria do Hospital São Paulo. Publicou ainda mais duas pesquisas em Informática Médica cujo tema era Trafego de Informação Médica/Exames Diagnósticos e então graduou-se em medicina pela Unifesp/EPM (2004). Fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia no Hospital São Paulo - Unifesp/EPM (2007). Cursou o programa de especialização em Fisiologia do Exercício do CEFE - Unifesp/EPM (2005); Biomecânica do Treinamento Desportivo do CEGON-IOT da Universidade de São Paulo (2006) e Treinamento Desportivo no CEFE ? Unifesp/EPM (2008). Pós-Graduou-se em Medicina Esportiva pela Universidade Católica de Petrópolis em 2013 e em Nutrologia Esportiva em 2014 pela mesma instituição. Dentre suas atividades que mais se destacaram esteve o acompanhamento como médico chefe da seção de traumatologia e desempenho da Seleção Brasileira de Rugby durante o sul-americano de 2008 alem de ser responsável no período de 2005 a 2008 de vários eventos esportivos de artes marciais realizados em São Paulo capital e interior. Atualmente, é palestrante internacional, médico responsável pela International Federation of Body Building no Brasil e responsável médico da clínica de atendimento "Performance com Saúde", onde acompanha atletas profissionais, praticantes de atividade física em geral e portadores de desordens crônicas em busca de qualidade de vida através da atividade física e reorientação nutricional.

Enzimas

Enzimas – Funções e classificação



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Mecanismo de ação das enzimas



As enzimas são substâncias que possuem função catalisadora, ajudando a agilizar o trabalho do nosso organismo. 


  É comum ouvirmos falar sobre as enzimas, do quanto elas são importantes no nosso organismo e da sua função catalisadora no nosso sistema biológico. Porém, de fato, o que vem a ser uma enzima? Qual seu real papel e o que ela representa no nosso organismo?
Normalmente nosso organismo se depara com um sistema orgânico lento e pouco espontâneo, que depende exclusivamente do trabalho das chamadas enzimas para que possa ter um funcionamento metabólico melhor, de maneira mais regular e específica. Dizemos que essas enzimas funcionam como catalisadores celular, pois elas facilitam com que aconteçam certas reações internas de nosso corpo, dando uma melhor agilidade quando de certa forma as coisas costumam ocorrer mais devagar.  Se não fossem as enzimas, diversas reações do nosso metabolismo aconteceriam de maneira exageradamente lenta, o que iria prejudicar e muito o nosso sistema. Elas agilizam as reações químicas das células aumentando a velocidade com que elas trabalham, assim, a sua atuação se torna mais eficaz, fazendo com que haja um melhor desempenho.

Classificação das enzimas

Sabendo que as enzimas nada mais são do que proteínas que tem a função de diminuir a energia de ativação ao mesmo tempo em que aumenta a velocidade dessa reação, sem que o produto final seja alterado ou que ela seja consumida, o que facilita para que ela trabalhe por várias vezes seguidas, podemos classificar essas biomoléculas de acordo com os vários critérios pelos quais elas estão envolvidas:
  • Hidrolases – São aquelas enzimas que se associam a moléculas de água para promoverem a quebra das ligações covalentes, como a Peptidases por exemplo;
  • Ligases – São responsáveis por formar novas moléculas através da união de duas já pré-existentes, como a Sintetases;
  • Oxidoredutases – São responsáveis por efetuar a transferência de elétrons, o que podemos definir como oxi-redução. Exemplo: Desidrogenases;
  • Transferases – São aquelas enzimas que tem como finalidade realizar a translocação de grupos funcionais como grupamento amina, carbonila, carboxila, fosfato, de uma molécula para outra. Podemos citar como exemplo a Quinase.
  • Liases – Atuam na remoção de molécula de água, gás carbônico e amônia, a partir da ruptura de ligações covalentes. A Descarboxilase pode ser dada como um exemplo de liases;
  • Isomerases – Responsáveis por mediar a conversão de substâncias isoméricas, sejam eles geométricos ou ópticos, como a Epimerases, por exemplo.

Influências externas nas enzimas

Existem alguns fatores que podem contribuir para que a enzima tenha algum tipo de disfunção e consequentemente se torne inativa, entre essas influencias externas podemos citar quando acontece a diminuição da temperatura ou pH. Mas algumas enzimas também possuem um número excelente de PH, e um exemplo clássico e simples que podemos dar disso é o que acontece no nosso estômago, quando as pepsinas, que possuem um pH  ácido por volta de 2 fazem com que nossa digestão aconteça de forma mais rápida, melhorando assim nosso condicionamento, por isso é tão comum vermos alimentos dando destaque a sua função digestória, graças a utilização das enzimas que efetuarão um bom trabalho na digestão do alimento em união com outras moléculas.
É interessante também salientar que a temperatura adequada não pode ser nem baixa nem elevada demais, pois do mesmo jeito que as baixas podem causar a inativação da enzima, como foi citado anteriormente, a temperatura elevada pode levar a sua desnaturação. Podemos entender então que mesmo tendo um papel tão importante elas são muito sensíveis, por isso que quando estamos com alto teor de febre é tão importante baixarmos a temperatura, pois essa alta taxa de calor no corpo pode acabar por causar a desnaturação dessas enzimas.


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